O Banco de Experiências de Regulação Urbanística é um conjunto de informações que serve para subsidiar todos aqueles que estão frente ao desafio de discutir, formular, reformular ou implementar instrumentos de regulação urbanística em suas cidades.
 
Muitas cidades vêm levando adiante, há vários anos, experiências inovadoras no campo da regulação urbanística, que procuram dar respostas aos desafios de várias ordens que se colocam para o poder público e a sociedade civil, que não vinham sendo enfrentados pela legislação tradicional. São experiências que em parte já foram implementadas, avaliadas e revistas, que podem servir de referência para municípios que estão levando adiante suas próprias experiências.

Estas experiências não devem ser transportadas sem crítica de um município para outro, pois as realidades locais são muito distintas, e instrumentos eficazes em um município podem ser inócuos quando aplicados sobre outra realidade.
 
Mas os princípios e objetivos dos instrumentos aqui relatados podem ser transportados de um município para outro, tornando assim mais rápidos e eficazes os processos de elaboração dos instrumentos, evitando que cada município precise "reinventar a roda" a todo o tempo.
 
É importante que fique claro que este banco de experiências não se trata de um apanhado de "melhores práticas", recomendadas para serem replicadas em outros municípios. Pelo contrário, como se pode ver pela avaliação das experiências, alguns dos instrumentos têm sido aplicados com resultados mais interessantes para o mercado imobiliário do que para contribuir para uma efetiva democratização do espaço de nossas cidades. O Banco de Experiências serve, também, para mostrar os limites e dificuldades ligados a cada instrumento.
 
Longe de ser um produto acabado, o Banco de Experiências está em permanente construção e reformulação, à medida que novas experiências vão sendo implementadas e avaliadas. É possível também entrar em contato com o Instituto Pólis, para um possível inclusão de novas experiências de regulação urbanística, no e-mail urbanismo@polis.org.br .
 
As Experiências
 
As experiências estão organizadas segundo o tipo de instrumento. Como o acúmulo é maior em determinadas áreas, alguns instrumentos possuem mais exemplos de aplicação do que outros. Cada experiência está organizada segundo seus objetivos, estratégias e etapas de implementação, avaliação, dificuldades e perspectivas. Ao final de cada experiência, encontram-se também contatos para a obtenção de maiores informações.  Como a informação resultante de cada experiência é bastante desigual, nem sempre todos os itens puderam ser preenchidos.